"A Liturgia é o cume para a qual tende toda a acção da Igreja e ao mesmo tempo é a fonte de onde emana toda a sua força" S.C.10

 

É a acção sagrada por excelência, porque é obra de Cristo e de toda a Igreja, mas não esgota a sua acção.

 

O que é uma equipa?

     No nosso dia a dia, de uma forma ou de outra, estamos sempre envolvidos em equipas.

Mas o que é mesmo uma equipa? Podemos dizer que uma equipa é um conjunto de pessoas que se dedicam à realização de um mesmo trabalho. São pessoas que lutam juntas por um objetivo, de modo que possam alcançá-lo com maior rapidez.

     No ambiente de trabalho, a equipa é um grupo de pessoas com habilidades complementares que trabalham em conjunto para alcançar um propósito comum pelo qual são coletivamente responsáveis.

    Uma equipa de trabalho poderá atingir alto nível de desempenho em termos de produtividade e qualidade, desde que seus membros sintam satisfação com suas tarefas e sua comunicação seja adequadamente eficaz.

     É preciso ter objetivos e metas comuns para alcançar os resultados esperados.

 

     Equipa de liturgia paroquial: exigência da renovação litúrgica proposta pelo Concílio Vaticano II

     O papa João XXIII solenemente deu início ao Concílio Vaticano II, atendendo à voz do Espírito que impelia à abertura de portas e janelas para a entrada de novos ventos na Igreja. Esse grande acontecimento do Espírito do Senhor, seguido pelas Conferências de Medellín (1968), Puebla (1979), Santo Domingo (1992) e Aparecida (2007), marcou a vida e a missão da Igreja.

     O concílio propôs uma volta às origens, redefinindo a liturgia como cume e fonte e como lugar privilegiado da experiência de salvação realizada pelo mistério pascal de Cristo Senhor, centro e mediador da história salvífica. Uma liturgia celebrada de forma ativa, plena, consciente e frutuosa por todo o povo de Deus, povo sacerdotal (sacerdócio comum e ordenado) que possui costumes, língua e riquezas culturais muito próprias (cf. SC 5-8; 10.14).

      O Concílio Vaticano II mudou também o conceito e o jeito de ser da Igreja. Lembrou à Igreja que ela é povo de Deus. A Igreja é o povo de Deus, corpo de Cristo, do qual ele é a cabeça.

      A Igreja é então constituída por um povo de batizados. O concílio valorizou ainda o sacerdócio comum dos fiéis, ressaltando que todo o povo de batizados participa do sacerdócio de Cristo. Também destacou a diversificação dos ministérios litúrgicos como expressão da Igreja-comunhão, Igreja corpo de Cristo, em que cada membro tem a sua tarefa específica em função do bem comum da comunidade.

      As mudanças provocadas pelo Vaticano II nos princípios teológicos das mais diversas áreas da vida eclesial (teologia litúrgica, eclesiologia etc.) tiveram repercussão na prática da Igreja.

Por exemplo, sendo a Igreja todo o povo de Deus, nas celebrações todos devem participar. O concílio pede: “Nas celebrações litúrgicas, cada qual faça tudo e só aquilo que pela natureza da coisa ou pelas normas litúrgicas lhe compete” (SC 28). Ninguém deve acumular funções na liturgia (SC 28-29). Cada membro é sujeito e tem a sua função específica em favor do bem comum da comunidade.

      A Igreja é então constituída por um povo de batizados. O concílio valorizou ainda o sacerdócio comum dos fiéis, ressaltando que todo o povo de batizados participa do sacerdócio de Cristo. Também destacou a diversificação dos ministérios litúrgicos como expressão da Igreja-comunhão, Igreja corpo de Cristo, em que cada membro tem a sua tarefa específica em função do bem comum da comunidade.

      Por exemplo, sendo a Igreja todo o povo de Deus, nas celebrações todos devem participar. O concílio pede: “Nas celebrações litúrgicas, cada qual faça tudo e só aquilo que pela natureza da coisa ou pelas normas litúrgicas lhe compete” (SC 28). Ninguém deve acumular funções na liturgia (SC 28-29). Cada membro é sujeito e tem a sua função específica em favor do bem comum da comunidade.

 

Existe a equipa da liturgia em vários níveis: 

 

Nacional: site

     Para “favorecer a ação pastoral litúrgica na Igreja” (SC 43), o concílio determina uma estrutura organizacional: uma Comissão Litúrgica Nacional assistida por especialistas em liturgia, música, arte sacra e pastoral, com a missão específica de orientar, na sua região, a ação pastoral litúrgica e promover os estudos e as experiências necessárias sempre que se trate de adaptações a serem propostas à Sé apostólica (SC 44). 

 

Diocesano:

     Concílio Vaticano II pede: “(…) haja, em cada diocese, a comissão de liturgia sacra, para promover a ação litúrgica, sob a orientação do bispo. Poderá, às vezes, ser oportuno que várias dioceses formem uma só comissão para promover em conjunto a ação litúrgica” (SC 45). E ainda: “Além da comissão de liturgia sacra, instituam-se em cada diocese, se possível, também comissões de música sacra e de arte sacra. É necessário que essas comissões trabalhem em conjunto, e não raramente será oportuno que se unam numa só comissão” (SC 46).

 

Paroquial: 

      Com uma atuação bem localizada, a equipe de liturgia da comunidade: promove e cria celebrações inculturadas; acompanha as equipes de celebração e toda a vida litúrgica da comunidade; atua em sintonia com a equipe paroquial; providencia para que a liturgia seja dignamente celebrada.

A nossa Pastoral Litúrgica está estruturada da seguinte forma:

 

Coordenação das Eucaristias

Animação do canto

Organistas

Grupo de acólitos

Ministros extraordinários da Comunhão

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